Arguidos das “dívidas ocultas” rendem apenas 21,2 milhões Mts de caução ao Estado

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O caso das chamadas “dívidas ocultas” tomou, esta quarta-feira, um novo rumo. O Tribunal Supremo (TS) tomou, finalmente, a decisão à volta dos recursos ao despacho de pronúncia do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo. O órgão decidiu libertar 11 arguidos, alguns sob caução e outros sob Termo de Identidade e Residência.

Contas da “Carta” indicam que, mediante o pagamento de caução, os 11 arguidos vão render aos cofres do Estado apenas 21.256.250,00 Meticais. São eles: Fabião Mabunda (10.149.600,00 Mts), Manuel Renato Matusse (6.180.000,00 Mts), Maria Inês Moiane (3.075.000,00 Mts), Khessaujee Pulchand (1.298.000,00 Mts), Sérgio Namburete (522.750,00 Mts) e Zulficar Ali Esmail Ahmad (309.000,00 Mts).

Sob Termo de Identidade e Residência seguem em liberdade os arguidos Crimildo Manjate, Naimo Quimbine, Mbanda Henning, Sidónio Sitoe e Simione Mahumana. As chamadas “dívidas ocultas”, lembre-se, lesaram o Estado moçambicano em cerca de 2,2 mil milhões de USD.

No sentido inverso, o TS decidiu manter a prisão preventiva do chamado “núcleo” da “mega fraude”, nomeadamente, Bruno Langa, Ndambi Guebuza, Gregório Leão, Ângela Leão, Cipriano Mutota, Teófilo Nhangumele e António do Rosário. (Carta)

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